aprende-la, ja eh hora de partir.
Tuesday, January 01, 2008
Sunday, November 25, 2007
Saturday, November 24, 2007
SOBRE OS DOIS LADOS [Heloísa Reis] 
Em minhas andanças de arte educadora tenho procurado ensinar, ou melhor, demonstrar às pessoas que para aprender a construir objetos, pintar, escrever ou desenhar é preciso mais do que aprender técnicas e desenvolver habilidades.Criar ou construir novas formas traz como conseqüência novas maneiras de se ver e fazer a própria vida, pois a arte faz com que os homens vejam o mundo com os olhos da alma.Esse processo exige o uso do cérebro de maneira diferente do normal. Estudos de anatomia revelam que com o hemisfério esquerdo do cérebro comandamos todo o lado direito do corpo e todo o nosso sistema racional e consciente, enquanto com o hemisfério direito controlamos o lado esquerdo que representa nosso lado sensível e nosso inconsciente.É com essa forma invertida que nosso cérebro processa a informação visual. E a habilidade de fazer arte parece estar na capacidade de mudar o modo com que nosso cérebro é capaz de ver e perceber a realidade. Observar os vazios, os contrários, as ausências, os significados são atitudes que não apenas enriquecem a observação, mas também revelam a totalidade de todas as coisas.Portanto, ser artista não é difícil, apenas é preciso aprender a ver diferentemente. E essa mudança mental trará um duplo beneficio: a possibilidade de ver as coisas de modo diverso e a de acessar por vontade consciente o hemisfério direito do cérebro.Essa experiência leva a uma modalidade de consciência ligeiramente alterada, que permite o desenvolvimento de capacidades artísticas significativas. Ao usar os dois hemisférios o artista pode envolver-se com seu trabalho de tal forma que ele e trabalho tornam-se um. E é aí que reside a autenticidade da obra.É possível então que se estabeleçam relações não usuais. Por exemplo, o tempo se evapora, os pensamentos se concentram, a racionalidade desaparece para dar lugar à poesia. Este estado, talvez já experimentado por muitas pessoas, pode ser atingido também pela meditação e muitos exercícios podem servir de estímulo. Basta que estejamos dispostos a usar os dois lados do nosso cérebro
Heloisa Reis - Arte Educadora

Em minhas andanças de arte educadora tenho procurado ensinar, ou melhor, demonstrar às pessoas que para aprender a construir objetos, pintar, escrever ou desenhar é preciso mais do que aprender técnicas e desenvolver habilidades.Criar ou construir novas formas traz como conseqüência novas maneiras de se ver e fazer a própria vida, pois a arte faz com que os homens vejam o mundo com os olhos da alma.Esse processo exige o uso do cérebro de maneira diferente do normal. Estudos de anatomia revelam que com o hemisfério esquerdo do cérebro comandamos todo o lado direito do corpo e todo o nosso sistema racional e consciente, enquanto com o hemisfério direito controlamos o lado esquerdo que representa nosso lado sensível e nosso inconsciente.É com essa forma invertida que nosso cérebro processa a informação visual. E a habilidade de fazer arte parece estar na capacidade de mudar o modo com que nosso cérebro é capaz de ver e perceber a realidade. Observar os vazios, os contrários, as ausências, os significados são atitudes que não apenas enriquecem a observação, mas também revelam a totalidade de todas as coisas.Portanto, ser artista não é difícil, apenas é preciso aprender a ver diferentemente. E essa mudança mental trará um duplo beneficio: a possibilidade de ver as coisas de modo diverso e a de acessar por vontade consciente o hemisfério direito do cérebro.Essa experiência leva a uma modalidade de consciência ligeiramente alterada, que permite o desenvolvimento de capacidades artísticas significativas. Ao usar os dois hemisférios o artista pode envolver-se com seu trabalho de tal forma que ele e trabalho tornam-se um. E é aí que reside a autenticidade da obra.É possível então que se estabeleçam relações não usuais. Por exemplo, o tempo se evapora, os pensamentos se concentram, a racionalidade desaparece para dar lugar à poesia. Este estado, talvez já experimentado por muitas pessoas, pode ser atingido também pela meditação e muitos exercícios podem servir de estímulo. Basta que estejamos dispostos a usar os dois lados do nosso cérebro
Heloisa Reis - Arte Educadora
Thursday, November 15, 2007
Wednesday, September 12, 2007
Tuesday, September 11, 2007
Tuesday, August 21, 2007
Monday, July 09, 2007
De onde vem esse sentimento?
Quem tem culpa no cartório?É a minha companheira inseparávelSua fidelidade é incomparávelE me perdoa por não ter razãoA minha culpa de estimaçãoCulpa de EstimaçãoCazuza / Roberto FrejatKatia Horpaczky A culpa é um sentimento que causa o ódio de si mesmo e com isso aautopunição e o desequilíbrio emocional. Isso acontece porquegeralmente nasce de uma exigência, de algo que não queremos fazer eque pode nos levar a submissão. A culpa talvez seja o método maiseficaz de fazer com que uma pessoa se submeta aos caprichos ou desejosde outra.O sentimento de culpa ganhou requintes familiares e muitos pais usamdesse sentimento para conduzir seus filhos, educando-os através dachantagem emocional, ou do "... se confessar que teve culpa euperdôo-o".
Antigamente era comum, ou talvez ainda aconteça seja nos dias atuais,o pai ou a mãe, quando não tinham um resultado louvável segundo seusdesejos, costumavam fazer imposições aos filhos fazendo uso detécnicas culpáveis do tipo: "Deus castiga...", "isso é pecado...", "euvou morrer de tanto desgosto...", "você quer me matar..." ou aindapunindo com ameaças de falta de amor ou proteção e até mesmo a ameaçade uma exposição pública. Isso só ajuda a produzir uma confusão deidéias e lógica de raciocínio por meio do mal estar emocional.
A culpa é um sentimento que não nasce dentro de nós, precisa serimplantado por outra pessoa e em seguida ser assimilada, quanto maissugestionável ou ingênua for à outra pessoa, maior será a suaautodestruição. Na medida em que a culpa vai sendo cultivada, cria-semaior dependência ao locutor, aumentando o desconforto interior e, comisso, maior submissão.Quando não fazemos algo que gostaríamos de ter feito ou que poderíamoster feito, sentimos um pequeno desapontamento que subitamente se vai,a isso chamamos de remorso. Aí está a diferença entre culpa e remorso,o remorso é um sentimento que nasce dentro da gente, enquanto a culpavem de quando nos é exigido algo que não temos vontade, que não temoscapacidade ou vocação para fazer. Pela falsa compreensão que temos,exigimos isso de nós mesmos: em forma avaliação e, conseqüentemente,de condenação, resultando em culpa de não termos conseguido.
A culpanada mais é que o desejo que os outros tem em dominar a outra pessoa.Cultivar esse sentimento é aceitar essa dominação, é responsabilizar-se pelos remorsos dos outros, pelas incompetências dosoutros, pelas frustrações dos outros.Cada um de nós tem o seu próprio ideal, seu limite, seus recursos e asua vocação. Para nos livrarmos da culpa basta fazermos apenas o quenos é correto, seguindo nossa consciência, fazer o que não cause danosa nós mesmos ou aos outros. Parar de fazer o que anula nosso livrearbítrio, fazer apenas o que está dentro da nossa capacidade de fazerou aceitar, dentro das nossas limitações e recursos, sem termos queagradar o outro o tempo todo. Podemos dizer que o afeto dos outros é aforma de interação social mais desejada. Buscamos esse afeto agradandoao outro, fazendo o que o outro gosta, sendo bem-sucedido, cuidando daaparência e, sobretudo, não procurando desagradar ninguém que nos sejaimportante.Nós podemos apenas colaborar com os outros conforme a nossa vontade ouafinidade. Agora, submeter-se à vontade do outro só para ser aceito,para agradar, é renunciar ao nosso direito, é comprometer nossaauto-estima.Culpa advém das regras do grupo em que se vive e se valoriza. Se nãovalorizássemos as outras pessoas de nossas relações, não sentiríamosculpa quando fizéssemos coisas que as levariam a sofrer, seríamosindiferentes.
O problema maior da culpa é a imposição de sanções AOINDIVÍDUO e não ao comportamento específico que produz algumaconseqüência aversiva para os outros e para si.Devemos aproveitar cada momento de nossa vida para melhorar nossasatitudes sem medo de que alguém nos culpe, sem medo de sermos comisso egoístas, mas sim porque nos leva a nossa prosperidade e a nossaevolução.Quando sentimos culpa, estamos em guerra conosco próprios. Violamos algum dos padrões de comportamento muito nossos. Sendo assim, será amelhor altura para passarmos em revista os nossos padrões depensamento e comportamento, pedir desculpa, fazer compensações econcessões, aprender com a experiência e aprender a desculparmo-nos.Esse também é um grande aprendizado.A aprendizagem faz-se com erros. Por isso, devemos interiorizar aidéia de que pelo fato de termos cometido um erro, isso não significade todo que sejamos um erro.A vida nos pede apenas que façamos nossa parte, nossa função, nossa obrigação... Não cabe a nós viver ou resolver a vida dos outros,podemos apenas orientar, ensinar, ajudar, mas nunca conduzir os outrosou deixar ser conduzido.Katia Horpaczky é psicóloga clínica
e-mail: vivacomqualidade@hotmail.com
Tuesday, May 22, 2007
Wednesday, May 02, 2007
Subscribe to:
Posts (Atom)










