Tuesday, June 03, 2008
Monday, May 19, 2008
Tuesday, May 06, 2008
Thursday, April 24, 2008
Tese de Guerdjef
Tese de um pensador russo chamado Guerdjef, que no início do século passado já falava em auto-conhecimento e na importância de se saber viver.
Dizia ele: "Uma boa vida tem como base o sentido do que queremos para nós em cada momento e daquilo que realmente vale como principal".
Assim sendo, ele traçou 20 regras de vida que foram colocadas em destaque no Instituto Francês de Ansiedade e Stress, em Paris.
Dizem os "experts" em comportamento que, quem já consegue assimilar 10 delas, com certeza aprendeu a viver com qualidade interior.
Ei-las:
1) Faça pausas de dez minutos a cada duas horas de trabalho, no máximo. Repita essas pausas na vida diária e pense em você, analisando suas atitudes.
2) Aprenda a dizer não sem se sentir culpado ou achar que magoou. Querer agradar a todos é um desgaste enorme.
3) Planeje seu dia, sim, mas deixe sempre um bom espaço para o improviso, consciente de que nem tudo depende de você.
4) Concentre-se em apenas uma tarefa de cada vez. Por mais ágeis que sejam os seus quadros mentais, você se exaure.
5) Esqueça, de uma vez por todas, que você é imprescindível. No trabalho, casa, no grupo habitual. Por mais que isso lhe desagrade, tudo anda sem a sua atuação, a não ser você mesmo.
6) Abra mão de ser o responsável pelo prazer de todos. Não é você a fonte dos desejos, o eterno mestre de cerimônias.
7) Peça ajuda sempre que necessário, tendo o bom senso de pedir às pessoas certas.
8) Diferencie problemas reais de problemas imaginários e elimine-os porque são pura perda de tempo e ocupam um espaço mental precioso para coisas mais importantes.
9) Tente descobrir o prazer de fatos cotidianos como dormir, comer e tomar banho, sem também achar que é o máximo a se conseguir na vida.
10) Evite se envolver na ansiedade e tensão alheias enquanto ansiedade e tensão. Espere um pouco e depois retome o diálogo, a ação.
11) Família não é você. Está junto de você. Compõe o seu mundo, mas não é a sua própria identidade.
12) Entenda que princípios e convicções fechadas podem ser um grande peso - trave do movimento e da busca.
13) É preciso ter sempre alguém em que se possa confiar e falar abertamente ao menos num raio de cem quilômetros. Não adianta estar mais longe.
14) Saiba a hora certa de sair de cena, de retirar-se do palco, de deixar a roda. Nunca perca o sentido da importância sutil de uma saída discreta.
15) Não queira saber se falaram mal de você e nem se atormente com esse lixo mental; escute o que falaram bem, com reserva analítica, sem qualquer convencimento.
16) Competir no lazer, no trabalho, na vida a dois, é ótimo... para quem quer ficar esgotado e perder o melhor.
17) A rigidez é boa na pedra, não no homem. A ele cabe firmeza, o que é muito diferente.
18) Uma hora de intenso prazer substitui com folga 3 horas de sono perdido. O prazer recompõe mais que o sono. Logo, não perca uma oportunidade de divertir-se.
19) Não abandone suas 3 grandes e inabaláveis amigas: a intuição, a inocência e a fé!
20) E entenda de uma vez por todas, definitiva e conclusivamente:
Você é o que se fizer ser!
Tese de um pensador russo chamado Guerdjef, que no início do século passado já falava em auto-conhecimento e na importância de se saber viver.
Dizia ele: "Uma boa vida tem como base o sentido do que queremos para nós em cada momento e daquilo que realmente vale como principal".
Assim sendo, ele traçou 20 regras de vida que foram colocadas em destaque no Instituto Francês de Ansiedade e Stress, em Paris.
Dizem os "experts" em comportamento que, quem já consegue assimilar 10 delas, com certeza aprendeu a viver com qualidade interior.
Ei-las:
1) Faça pausas de dez minutos a cada duas horas de trabalho, no máximo. Repita essas pausas na vida diária e pense em você, analisando suas atitudes.
2) Aprenda a dizer não sem se sentir culpado ou achar que magoou. Querer agradar a todos é um desgaste enorme.
3) Planeje seu dia, sim, mas deixe sempre um bom espaço para o improviso, consciente de que nem tudo depende de você.
4) Concentre-se em apenas uma tarefa de cada vez. Por mais ágeis que sejam os seus quadros mentais, você se exaure.
5) Esqueça, de uma vez por todas, que você é imprescindível. No trabalho, casa, no grupo habitual. Por mais que isso lhe desagrade, tudo anda sem a sua atuação, a não ser você mesmo.
6) Abra mão de ser o responsável pelo prazer de todos. Não é você a fonte dos desejos, o eterno mestre de cerimônias.
7) Peça ajuda sempre que necessário, tendo o bom senso de pedir às pessoas certas.
8) Diferencie problemas reais de problemas imaginários e elimine-os porque são pura perda de tempo e ocupam um espaço mental precioso para coisas mais importantes.
9) Tente descobrir o prazer de fatos cotidianos como dormir, comer e tomar banho, sem também achar que é o máximo a se conseguir na vida.
10) Evite se envolver na ansiedade e tensão alheias enquanto ansiedade e tensão. Espere um pouco e depois retome o diálogo, a ação.
11) Família não é você. Está junto de você. Compõe o seu mundo, mas não é a sua própria identidade.
12) Entenda que princípios e convicções fechadas podem ser um grande peso - trave do movimento e da busca.
13) É preciso ter sempre alguém em que se possa confiar e falar abertamente ao menos num raio de cem quilômetros. Não adianta estar mais longe.
14) Saiba a hora certa de sair de cena, de retirar-se do palco, de deixar a roda. Nunca perca o sentido da importância sutil de uma saída discreta.
15) Não queira saber se falaram mal de você e nem se atormente com esse lixo mental; escute o que falaram bem, com reserva analítica, sem qualquer convencimento.
16) Competir no lazer, no trabalho, na vida a dois, é ótimo... para quem quer ficar esgotado e perder o melhor.
17) A rigidez é boa na pedra, não no homem. A ele cabe firmeza, o que é muito diferente.
18) Uma hora de intenso prazer substitui com folga 3 horas de sono perdido. O prazer recompõe mais que o sono. Logo, não perca uma oportunidade de divertir-se.
19) Não abandone suas 3 grandes e inabaláveis amigas: a intuição, a inocência e a fé!
20) E entenda de uma vez por todas, definitiva e conclusivamente:
Você é o que se fizer ser!
Monday, April 21, 2008
DENTRO E FORA....
(Luan Jessan)
Por fora tenho tantos anos que você nem acredita.Por dentro, dezesseis ou menos,e me acho mais bonita.
Por fora, óculos;algumas rugas,gordurinhas,prata nos tintos cabelos.
Por dentro sou dourada,Alma imaculada,corpo de modelo.
Por fora, em aluviões,batem paixões contra o peito.
Paixões por versos, pinturas,filosofia e amigos sem despeito.Por dentro, sei me cuidar,vivo a brincar, meio sem jeito.
Não me derrota a tristeza;não me oprime a saudade;não me demoro padecente.
E é por viver contenteque concluo sem demora:é a meninaque vive por dentro,que alegraa mulher de fora !
(Luan Jessan)
Por fora tenho tantos anos que você nem acredita.Por dentro, dezesseis ou menos,e me acho mais bonita.
Por fora, óculos;algumas rugas,gordurinhas,prata nos tintos cabelos.
Por fora, em aluviões,batem paixões contra o peito.
Paixões por versos, pinturas,filosofia e amigos sem despeito.Por dentro, sei me cuidar,vivo a brincar, meio sem jeito.
Não me derrota a tristeza;não me oprime a saudade;não me demoro padecente.
E é por viver contenteque concluo sem demora:é a meninaque vive por dentro,que alegraa mulher de fora !
Thursday, March 06, 2008
Nossa turma do barulho....hehe
Viva melhor!
(autor desconhecido)
Na atualidade, segundo a orientação do Organização Mundial da Saúde, entidade criada pela ONU para definir e elevar no mundo os padrões de qualidade deste campo, a saúde é delineada como um "estado de completo bem-estar físico, mental e social e não consistindo somente da ausência de uma doença ou enfermidade".
Ainda que indo bastante além da antiga e simplista noção de "ausência de doença", a definição acima não encerra em si tudo o que procuramos para esta base tão elementar de nossas vidas.
Então, o que é necessário além do bem-estar físico, mental, social e a ausência de doenças, para que estejamos plenamente satisfeitos em termos de saúde? O que é necessário para viver melhor e mais?
Pensando em abordagem integral à saúde, e nos aventurando numa reflexão e uma estimativa sobre o que denotaria sermos saudáveis ou não, iremos adiante nesta conceituação, ultrapassando-a e nos questionando acerca do que é uma vida de qualidade.
Para a maioria de nós, não excetuando aí os técnicos da área, a saúde seria puramente uma ausência de sintomas físicos / emocionais. Assim, sem um problema diagnosticado seríamos enquadrados como saudáveis, ainda que neste momento estivéssemos mal. É bastante comum hoje em dia (como também deveria ser no passado), encontrarmos pessoas que não se sentem bem de forma plena e que mesmo depois de consultas e exames, concluem que estão saudáveis, mesmo persistindo a sensação de mal estar.
No ocidente, a noção dualista cartesiana de que a saúde e a doença são opostos incondicionais cerceia as possibilidades de meios-termos que nos colocaria mais próximos da nossa eventual sensação de que "hoje não estou muito bem", o que em si não quer dizer que estejamos doentes, mas também diz que não estamos inteiramente saudáveis.
Neste sentido, a noção oriental de opostos complementares, como "Tao" (princípio de oposição complementar das energias Yin e Yang transformando-se em uno), satisfaria de modo mais complet0o a nossa sensação intuitiva de bem-estar como sendo uma orientação dos nosso organismos, sem nos decretar a saúde a partir de medições exclusivamente racionais, sem considerar os fatores intuitivos e as sensações, e por vezes, excluindo o fator humano da nossa condição humana. Saúde e doença são processos contínuos de transformação, ou seja, o organismo como um todo tende sempre a estabelecer harmonia e saúde relativas.
Do senso comum, dos ensinamentos de nossas mães, avós, bisavós e desde muito antes, na realidade, do desenvolvimento das civilizações é que vêm as noções mais básicas e ainda completamente válidas e essenciais às nossas vidas: lave bem as mãos antes das refeições, guarde o lixo em recipientes fechados, beba somente água filtrada ou fervida, não tome banho em água suspeita, ande sempre calçado, mantenha a casa sempre limpa, limpe o vaso sanitário diariamente, não deixe animais domésticos 'se aliviarem' dentro de casa, não permita que caia restos de comida no sistema de esgoto, lave bem os alimentos antes de comê-los, mantenha sempre limpos o seu corpo e o ambiente em que vive, não jogue papel e outros objetos no sanitário. Ainda hoje, com toda tecnologia, nenhum dos conselhos acima perdeu sua validade, aliás, parece que a cada dia mais estas orientações ancestrais ganham em importância. O que nos mostra não uma falha das ciências, mas sim uma sabedoria preciosa capaz de nos trazer até aqui passando por milhares de anos sem todo aparato científico, e que deve ser considerada amplamente no entendimento das necessidades do ser humano. Não somos simplesmente o objeto doente ou saudável em estudo, mas sim quem se integra e determina a relação de bem-estar indivisível como um todo. Desta forma, podemos pensar que a saúde é uma interação dinâmica entre o indivíduo e o ambiente, permitindo uma adaptação, movimento e desenvolvimento.
Saúde tem a ver com o modo como nos relacionamos com nós mesmos e nosso meio ambiente, e nos tornamos tão saudáveis quanto nos adequamos aos fatores físicos, mentais e sociais, mas não sem estresse, ou pelo menos com o mínimo necessário a ação.
Diferindo o negativo do positivo, se é que isso é possível... O estresse negativo poderia ser definido como o conjunto de respostas físicas e mentais a uma incapacidade de distinguir entre o real e as experiências pessoais com respostas físicas e mentais não adaptadas. Já o estresse positivo é aquele que nos põe em prontidão, vívidos e aptos a respostas coerentes e eficientes.
Tendo as mais variadas causas possíveis como dor, mágoa, luz forte, som altos, nascimentos, morte, guerras, reuniões, casamentos, divórcios, mudanças, doenças crônicas, desemprego, dívidas, provas, tráfego, prazos, violência, conflito, decepção, comidas não-saudáveis, fumo, insônia... Só podemos lidar bem com este fator, que pode tanto agregar eficiência em nossas vidas como também diminuir nossa saúde, aprendendo a lidar com as situações. O planejamento é um dos melhores meios de evitar o estresse, ao organizar-se, as pequenas surpresas desagradáveis são minimizadas, e também reservar um tempo livre para descanso e relaxamento. No trabalho, quando possível, buscar a descontração e tornar o ambiente menos maçante, colocando uma planta na mesa, fotos de pessoas queridas, uma música suave ao fundo, e quando tudo estiver muito acelerado, procure reservar um tempo para descansar, nem que sejam só os cinco minutos do cafezinho. Ao sair do trabalho é importante pensar em outras coisas, aliviar a cabaça e deixar para o dia seguinte o restante das tarefas. E nos casos mais graves, procurar ajuda profissional é uma solução.
Para se alcançar um estado de bem-estar mais completo e duradouro é necessário que se viva onde se está. Isto parece óbvio até sem muito sentido quando dito desta forma desconexa. Mas paremos para pensar sobre isto um instante. Seus pensamentos estão sempre onde seu corpo está atuando? Se você respondeu sim, considere-se um privilegiado, pois a maioria de nós ou vive ansiosamente tentando antecipar os acontecimentos vindouros, ou revirando mentalmente o passado. Outra vez parece incorreta a afirmação, mas vamos refletir um pouco sobre isto. Sozinho no seu caminho para o trabalho, você pensa no que terá por fazer ao longo do dia, da semana, até do mês, ou observa o caminho, o tráfego, ouve uma música, o que se passa ao seu redor? Muitos dos nossos esquecimentos, falhas, e problemas de um modo geral são originados na nossa ausência do presente. E isto também se aplica a nossa saúde. Sempre que deixamos de almoçar para terminar mais rapidamente uma tarefa, não praticando nenhuma atividade esportiva por falta de tempo, quando não observamos os pequenos detalhes que compõem a beleza de se estar vivo, aí sim que perdemos qualidade de vida. E declaramos solenemente ao médico: não sei como isso foi acontecer!
"Se todos nós fizéssemos as coisas que somos capazes, ficaríamos maravilhados com os resultados."(Thomas Edison)

Viva melhor!
(autor desconhecido)
Na atualidade, segundo a orientação do Organização Mundial da Saúde, entidade criada pela ONU para definir e elevar no mundo os padrões de qualidade deste campo, a saúde é delineada como um "estado de completo bem-estar físico, mental e social e não consistindo somente da ausência de uma doença ou enfermidade".
Ainda que indo bastante além da antiga e simplista noção de "ausência de doença", a definição acima não encerra em si tudo o que procuramos para esta base tão elementar de nossas vidas.
Então, o que é necessário além do bem-estar físico, mental, social e a ausência de doenças, para que estejamos plenamente satisfeitos em termos de saúde? O que é necessário para viver melhor e mais?
Pensando em abordagem integral à saúde, e nos aventurando numa reflexão e uma estimativa sobre o que denotaria sermos saudáveis ou não, iremos adiante nesta conceituação, ultrapassando-a e nos questionando acerca do que é uma vida de qualidade.
Para a maioria de nós, não excetuando aí os técnicos da área, a saúde seria puramente uma ausência de sintomas físicos / emocionais. Assim, sem um problema diagnosticado seríamos enquadrados como saudáveis, ainda que neste momento estivéssemos mal. É bastante comum hoje em dia (como também deveria ser no passado), encontrarmos pessoas que não se sentem bem de forma plena e que mesmo depois de consultas e exames, concluem que estão saudáveis, mesmo persistindo a sensação de mal estar.
No ocidente, a noção dualista cartesiana de que a saúde e a doença são opostos incondicionais cerceia as possibilidades de meios-termos que nos colocaria mais próximos da nossa eventual sensação de que "hoje não estou muito bem", o que em si não quer dizer que estejamos doentes, mas também diz que não estamos inteiramente saudáveis.
Neste sentido, a noção oriental de opostos complementares, como "Tao" (princípio de oposição complementar das energias Yin e Yang transformando-se em uno), satisfaria de modo mais complet0o a nossa sensação intuitiva de bem-estar como sendo uma orientação dos nosso organismos, sem nos decretar a saúde a partir de medições exclusivamente racionais, sem considerar os fatores intuitivos e as sensações, e por vezes, excluindo o fator humano da nossa condição humana. Saúde e doença são processos contínuos de transformação, ou seja, o organismo como um todo tende sempre a estabelecer harmonia e saúde relativas.
Do senso comum, dos ensinamentos de nossas mães, avós, bisavós e desde muito antes, na realidade, do desenvolvimento das civilizações é que vêm as noções mais básicas e ainda completamente válidas e essenciais às nossas vidas: lave bem as mãos antes das refeições, guarde o lixo em recipientes fechados, beba somente água filtrada ou fervida, não tome banho em água suspeita, ande sempre calçado, mantenha a casa sempre limpa, limpe o vaso sanitário diariamente, não deixe animais domésticos 'se aliviarem' dentro de casa, não permita que caia restos de comida no sistema de esgoto, lave bem os alimentos antes de comê-los, mantenha sempre limpos o seu corpo e o ambiente em que vive, não jogue papel e outros objetos no sanitário. Ainda hoje, com toda tecnologia, nenhum dos conselhos acima perdeu sua validade, aliás, parece que a cada dia mais estas orientações ancestrais ganham em importância. O que nos mostra não uma falha das ciências, mas sim uma sabedoria preciosa capaz de nos trazer até aqui passando por milhares de anos sem todo aparato científico, e que deve ser considerada amplamente no entendimento das necessidades do ser humano. Não somos simplesmente o objeto doente ou saudável em estudo, mas sim quem se integra e determina a relação de bem-estar indivisível como um todo. Desta forma, podemos pensar que a saúde é uma interação dinâmica entre o indivíduo e o ambiente, permitindo uma adaptação, movimento e desenvolvimento.
Saúde tem a ver com o modo como nos relacionamos com nós mesmos e nosso meio ambiente, e nos tornamos tão saudáveis quanto nos adequamos aos fatores físicos, mentais e sociais, mas não sem estresse, ou pelo menos com o mínimo necessário a ação.
Diferindo o negativo do positivo, se é que isso é possível... O estresse negativo poderia ser definido como o conjunto de respostas físicas e mentais a uma incapacidade de distinguir entre o real e as experiências pessoais com respostas físicas e mentais não adaptadas. Já o estresse positivo é aquele que nos põe em prontidão, vívidos e aptos a respostas coerentes e eficientes.
Tendo as mais variadas causas possíveis como dor, mágoa, luz forte, som altos, nascimentos, morte, guerras, reuniões, casamentos, divórcios, mudanças, doenças crônicas, desemprego, dívidas, provas, tráfego, prazos, violência, conflito, decepção, comidas não-saudáveis, fumo, insônia... Só podemos lidar bem com este fator, que pode tanto agregar eficiência em nossas vidas como também diminuir nossa saúde, aprendendo a lidar com as situações. O planejamento é um dos melhores meios de evitar o estresse, ao organizar-se, as pequenas surpresas desagradáveis são minimizadas, e também reservar um tempo livre para descanso e relaxamento. No trabalho, quando possível, buscar a descontração e tornar o ambiente menos maçante, colocando uma planta na mesa, fotos de pessoas queridas, uma música suave ao fundo, e quando tudo estiver muito acelerado, procure reservar um tempo para descansar, nem que sejam só os cinco minutos do cafezinho. Ao sair do trabalho é importante pensar em outras coisas, aliviar a cabaça e deixar para o dia seguinte o restante das tarefas. E nos casos mais graves, procurar ajuda profissional é uma solução.
Para se alcançar um estado de bem-estar mais completo e duradouro é necessário que se viva onde se está. Isto parece óbvio até sem muito sentido quando dito desta forma desconexa. Mas paremos para pensar sobre isto um instante. Seus pensamentos estão sempre onde seu corpo está atuando? Se você respondeu sim, considere-se um privilegiado, pois a maioria de nós ou vive ansiosamente tentando antecipar os acontecimentos vindouros, ou revirando mentalmente o passado. Outra vez parece incorreta a afirmação, mas vamos refletir um pouco sobre isto. Sozinho no seu caminho para o trabalho, você pensa no que terá por fazer ao longo do dia, da semana, até do mês, ou observa o caminho, o tráfego, ouve uma música, o que se passa ao seu redor? Muitos dos nossos esquecimentos, falhas, e problemas de um modo geral são originados na nossa ausência do presente. E isto também se aplica a nossa saúde. Sempre que deixamos de almoçar para terminar mais rapidamente uma tarefa, não praticando nenhuma atividade esportiva por falta de tempo, quando não observamos os pequenos detalhes que compõem a beleza de se estar vivo, aí sim que perdemos qualidade de vida. E declaramos solenemente ao médico: não sei como isso foi acontecer!
"Se todos nós fizéssemos as coisas que somos capazes, ficaríamos maravilhados com os resultados."(Thomas Edison)
Friday, January 18, 2008
Wednesday, January 16, 2008
Friday, January 11, 2008
Tuesday, January 01, 2008
Sunday, November 25, 2007
Saturday, November 24, 2007
SOBRE OS DOIS LADOS [Heloísa Reis] 
Em minhas andanças de arte educadora tenho procurado ensinar, ou melhor, demonstrar às pessoas que para aprender a construir objetos, pintar, escrever ou desenhar é preciso mais do que aprender técnicas e desenvolver habilidades.Criar ou construir novas formas traz como conseqüência novas maneiras de se ver e fazer a própria vida, pois a arte faz com que os homens vejam o mundo com os olhos da alma.Esse processo exige o uso do cérebro de maneira diferente do normal. Estudos de anatomia revelam que com o hemisfério esquerdo do cérebro comandamos todo o lado direito do corpo e todo o nosso sistema racional e consciente, enquanto com o hemisfério direito controlamos o lado esquerdo que representa nosso lado sensível e nosso inconsciente.É com essa forma invertida que nosso cérebro processa a informação visual. E a habilidade de fazer arte parece estar na capacidade de mudar o modo com que nosso cérebro é capaz de ver e perceber a realidade. Observar os vazios, os contrários, as ausências, os significados são atitudes que não apenas enriquecem a observação, mas também revelam a totalidade de todas as coisas.Portanto, ser artista não é difícil, apenas é preciso aprender a ver diferentemente. E essa mudança mental trará um duplo beneficio: a possibilidade de ver as coisas de modo diverso e a de acessar por vontade consciente o hemisfério direito do cérebro.Essa experiência leva a uma modalidade de consciência ligeiramente alterada, que permite o desenvolvimento de capacidades artísticas significativas. Ao usar os dois hemisférios o artista pode envolver-se com seu trabalho de tal forma que ele e trabalho tornam-se um. E é aí que reside a autenticidade da obra.É possível então que se estabeleçam relações não usuais. Por exemplo, o tempo se evapora, os pensamentos se concentram, a racionalidade desaparece para dar lugar à poesia. Este estado, talvez já experimentado por muitas pessoas, pode ser atingido também pela meditação e muitos exercícios podem servir de estímulo. Basta que estejamos dispostos a usar os dois lados do nosso cérebro
Heloisa Reis - Arte Educadora

Em minhas andanças de arte educadora tenho procurado ensinar, ou melhor, demonstrar às pessoas que para aprender a construir objetos, pintar, escrever ou desenhar é preciso mais do que aprender técnicas e desenvolver habilidades.Criar ou construir novas formas traz como conseqüência novas maneiras de se ver e fazer a própria vida, pois a arte faz com que os homens vejam o mundo com os olhos da alma.Esse processo exige o uso do cérebro de maneira diferente do normal. Estudos de anatomia revelam que com o hemisfério esquerdo do cérebro comandamos todo o lado direito do corpo e todo o nosso sistema racional e consciente, enquanto com o hemisfério direito controlamos o lado esquerdo que representa nosso lado sensível e nosso inconsciente.É com essa forma invertida que nosso cérebro processa a informação visual. E a habilidade de fazer arte parece estar na capacidade de mudar o modo com que nosso cérebro é capaz de ver e perceber a realidade. Observar os vazios, os contrários, as ausências, os significados são atitudes que não apenas enriquecem a observação, mas também revelam a totalidade de todas as coisas.Portanto, ser artista não é difícil, apenas é preciso aprender a ver diferentemente. E essa mudança mental trará um duplo beneficio: a possibilidade de ver as coisas de modo diverso e a de acessar por vontade consciente o hemisfério direito do cérebro.Essa experiência leva a uma modalidade de consciência ligeiramente alterada, que permite o desenvolvimento de capacidades artísticas significativas. Ao usar os dois hemisférios o artista pode envolver-se com seu trabalho de tal forma que ele e trabalho tornam-se um. E é aí que reside a autenticidade da obra.É possível então que se estabeleçam relações não usuais. Por exemplo, o tempo se evapora, os pensamentos se concentram, a racionalidade desaparece para dar lugar à poesia. Este estado, talvez já experimentado por muitas pessoas, pode ser atingido também pela meditação e muitos exercícios podem servir de estímulo. Basta que estejamos dispostos a usar os dois lados do nosso cérebro
Heloisa Reis - Arte Educadora
Thursday, November 15, 2007
Subscribe to:
Posts (Atom)


mos em permanecer nela mais do que o tempo necessário, perdemos a alegria e o sentido das outras etapas que precisamos viver.Encerrando ciclos, fechando portas, terminando capítulos. Não importa o nome que damos, o que importa é deixar no passado os momentos da vida que já se acabaram.Foi despedida do trabalho? Terminou uma relação? Deixou a casa dos pais? Partiu para viver em outro país? A amizade tão longamente cultivada desapareceu sem explicações? Você pode passar muito tempo se perguntando por que isso aconteceu....Pode dizer para si mesmo que não dará mais um passo enquanto não entender as razões que levaram certas coisas, que eram tão importantes e sólidas em sua vida, serem subitamente transformadas em pó. Mas tal atitude será um desgaste imenso para todos: seus pais,seus amigos, seus filhos, seus irmãos, todos estarão encerrando capítulos,virando a folha, seguindo adiante, e todos sofrerão ao ver que você está parado. Ninguém pode estar ao mesmo tempo no presente e no passado, nem mesmoquando tentamos entender as coisas que acontecem conosco. O que passou não voltará: não podemos ser eternamente meninos, adolescentes tardios, filhos que se sentem culpados ou rancorosos com os pais, amantesque revivem noite e dia uma ligação com quem já foi embora e não tem amenor intenção de voltar. As coisas passam, e o melhor que fazemos é deixar que elas realmente possam ir embora...Por isso é tão importante (por mais doloroso que seja!) destruir recordações, mudar de casa, dar muitas coisas para orfanatos, vender ou doar os livros que tem. Tudo neste mundo visível é uma manifestação do mundo invisível, do que está acontecendo em nosso coração... e o desfazer-se de certas lembranças significa também abrir espaço para que outras tomem o seu lugar.Deixar ir embora. Soltar. Desprender-se. Ninguém está jogando nesta vida com cartas marcadas, portanto às vezesganhamos, e às vezes perdemos.Não espere que devolvam algo, não espere que reconheçam seu esforço, que descubram seu gênio, que entendam seu amor. Pare de ligar sua televisãoemocional e assistir sempre ao mesmo programa, que mostra como você sofreu com determinada perda: isso o estará apenas envenenando, e nada mais. Não há nada mais perigoso que rompimentos amorosos que não são aceitos,promessas de emprego que não têm data marcada para começar(Não tem coisa pior ^^) decisões que sempre são adiadas em nome do "momento ideal". Antes de começar um capítulo novo, é preciso terminar o antigo: diga a simesmo que o que passou, jamais voltará!Lembre-se de que houve uma época em que podia viver sem aquilo, sem aquelapessoa - nada é insubstituível, um hábito não é uma necessidade.Pode parecer óbvio, pode mesmo ser difícil, mas é muito importante.Encerrando ciclos. Não por causa do orgulho, por incapacidade, ou por soberba, mas porque simplesmente aquilo já não se encaixa mais na sua vida.




