Nessa época as noites sao um pouco mais longas. O ar é frio e limpo. Alguns passarinhos cantam para avisar que o dia já nasceu. E a cada dia a Natureza manisfesta um milagre divino.
Monday, December 14, 2009
Thursday, December 10, 2009
..."Todos nós enfrentamos períodos difíceis. Mas parece que isso fica bastante evidente quando estamos prestes a fazer mais uma primavera. Nessa época, a vida fica sujeita a chuvas e trovoadas e uma verdadeira tempestade moral costuma assolar nosso cotidiano. É o temido inferno astral, uma fase conhecidamente complicada que muitos pré-aniversariantes atravessam." (Marcelo Brum)E foi depois de muitos anos que eu fiquei sabendo disso. Meu aniversário é 11 de janeiro e eu, sempre por ocasiao do natal me sinto triste, com a sensibilidade a flor da pele. Um ano é diferente do outro, depende muito dos transitos da casa 12, mas é sempre importante vibrar positivo quando estamos encerrando um ciclo.
A natureza tambem é assim. Ela se renova todos os anos. No outono, aqui nos Estados Unidos é bem nitido. As folhas caem, o inverno vem e tudo parece morto. Mais ai, vem a primavera a vida renasce a cada brotinho verde que surge. Então, vou ficar quietinha e esperar o inferno astral passar.
Wednesday, December 09, 2009
efeito Montanha russa

A vida é realmente uma viagem numa montanha russa.
Tem momentos que achamos que tiramos tudo de letra. Que somos fortes e já sabemos tudo. Dai, de repente bate um vento forte, e tira tudo do lugar. Todo aquele colorido, passa a ser uma imagem em preto e branco. O sol se esconde, e as respostas desaparecem. Vem o desanimo, as vezes se transforma numa tristeza, que nem sabemos dá onde vem.
Manter o equilibrio é fundamental. Nem tanto lá em cima e muito menos lá embaixo. Os desejos sao uns dos grande viloes de tudo isso. Por desejar demais, acabamos frustados, quando a vida diz nao. Viver o presente, e dar valor ao que temos é um dos caminhos para aquietar o coraçao.
Wednesday, December 02, 2009
manha chuvosa
Thursday, October 01, 2009
Devo
confessar algo.Cansei-me.De que?De tudo.De nada.Talvez do mundoou da visão
distorcida que tenho dele.As coisas vãoe eu vou junto.Sempre?Sempre não há.Nunca
houvee por que me sinto saudosamente triste?Tenho saudades de uma época que
nunca existiue permaneço farto com o que aparenta ser.Ainda não floresci...E de
repente me vejo perdido entre dogmase rebeliões silenciadas.Estou faminto.É fome
física e metafísica.Há metafísica no caos?Não sei.Mas a verdade é que
formularquestões acerca do ser me enojaram.A vida é um instante no
Universo...Devo confessar algo.Tenho horror a este instante,pois queria, quero
ser sempre,mas sempre não háe sigo triste, incerto neste solo ressentido,nesta
terra regida por segundos, horas e meses.O mistério de viver...O mistério de
viver...O mistério de viver...Estou perdido entre elucubrações, entre letras e
frases.A vida é apenas isso?Insisto em me dizer que não,embora não encontre uma
resposta pronta que me satisfaça.Passarei por esta época de evanescimento.Serei
adubo de um sonho que não sonhei.Embora tenha falado de dor, de medos e
angústias de meu Euquero terminar paradoxalmente rimando quebelos dias não se
perdem no breu.Quando te encontrei disse TuE tu me olhaste em silêncioEntão nada
disse e te contempleiE entre um sorriso maravilhoso me disseste TuE nos
encontramos
E o mundo parouA vida seguiu
E o amor
renasceu...J.Colby...

Hoje
acordei com uma espécie de tristeza estranha.Não aquela, quase existencial,mas
uma meio neurótica,louca,desvairada,por isso verdadeira.Parece que hoje trago no
peitoa tristeza milenar:a tristeza de ser.De ter sido.A tristeza de ser a
espécie sobrevivente.Aquela que subjugou o resto para ser oque se diz hoje de
melhor,de racional.E quase rio de tão triste que soa isso.E olhar para chuva que
cai fina,doce...me faz pensar que os efeitos atmosféricosconfabulam para que
acreditenuma suposta conecção entrenatureza e esta minha tristeza
.É tudo meio
confuso.
Chove.
E dói
.Como dói.
A chuva deixou a finura de
instantes...
J.Colby...
Devo
confessar algo.Cansei-me.De que?De tudo.De nada.Talvez do mundoou da visão
distorcida que tenho dele.As coisas vãoe eu vou junto.Sempre?Sempre não há.Nunca
houvee por que me sinto saudosamente triste?Tenho saudades de uma época que
nunca existiue permaneço farto com o que aparenta ser.Ainda não floresci...E de
repente me vejo perdido entre dogmase rebeliões silenciadas.Estou faminto.É fome
física e metafísica.Há metafísica no caos?Não sei.Mas a verdade é que
formularquestões acerca do ser me enojaram.A vida é um instante no
Universo...Devo confessar algo.Tenho horror a este instante,pois queria, quero
ser sempre,mas sempre não háe sigo triste, incerto neste solo ressentido,nesta
terra regida por segundos, horas e meses.O mistério de viver...O mistério de
viver...O mistério de viver...Estou perdido entre elucubrações, entre letras e
frases.A vida é apenas isso?Insisto em me dizer que não,embora não encontre uma
resposta pronta que me satisfaça.Passarei por esta época de evanescimento.Serei
adubo de um sonho que não sonhei.Embora tenha falado de dor, de medos e
angústias de meu Euquero terminar paradoxalmente rimando quebelos dias não se
perdem no breu.Quando te encontrei disse TuE tu me olhaste em silêncioEntão nada
disse e te contempleiE entre um sorriso maravilhoso me disseste TuE nos
encontramosE o mundo parouA vida seguiuE o amor renasceu...J.Colby...

Hoje acordei com uma espécie de tristeza estranha.
Não aquela, quase existencial,mas uma meio neurótica,louca,desvairada,por isso verdadeira.
Parece que hoje trago no peitoa tristeza milenar:a tristeza de ser.De ter sido.
A tristeza de ser a espécie sobrevivente.
Aquela que subjugou o resto para ser oque se diz hoje de melhor,de racional.
E quase rio de tão triste que soa isso.
E olhar para chuva que cai fina,doce...me faz pensar que os efeitos atmosféricosconfabulam para que acreditenuma suposta conecção entrenatureza e esta minha tristeza.
É tudo meio confuso.Chove.E dói.
Como dói.
A chuva deixou a finura de instantes...
J.Colby...
Sunday, September 13, 2009
Wednesday, August 26, 2009
orkut - Meu perfil
orkut - Meu perfil: "'Sou uma filha da natureza:
quero pegar, sentir, tocar, ser.
E tudo isso já faz parte de um todo,
de um mistério.
Sou uma só... Sou um ser.
E deixo que você seja. Isso lhe assusta?
Creio que sim. Mas vale a pena.
Mesmo que doa. Dói só no começo.'
*
Clarice Lispector"
quero pegar, sentir, tocar, ser.
E tudo isso já faz parte de um todo,
de um mistério.
Sou uma só... Sou um ser.
E deixo que você seja. Isso lhe assusta?
Creio que sim. Mas vale a pena.
Mesmo que doa. Dói só no começo.'
*
Clarice Lispector"
Thursday, July 23, 2009
tudo muda

O Sol nasce todos os dias de forma diferente, o vento nunca nos beija com a mesma vontade nem com a mesma força, os dias nascem e morrem, sempre com indesmentíveis personalidades que os tornam únicos, até os nossos dedos têm uma marca que os distingue a todos, porém, eu quero que tudo se resolva na imutabilidade de um querer, de carregar até ao fim dos dias, como se nada mudasse, como se os cabelos e as rugas não se mexessem, que fôssemos sempre nós de forma permanente.
Quando digo quero, quero que se decrete a vontade na posse da minha absoluta autoridade, da minha independência, do que é meu – um meu de propriedade, registro de notário, força de lei – da minha própria lei.
Travestido da exigência, sem perfumes, que o sabão azul e branco chega, mesmo que me queiras sorver a alma com um pequeno sorriso..
Peço como se desses ordens, declaro as opiniões, regalado no meu próprio silêncio, na minha cegueira.
Vejo a todo o mundo e não me vejo a mim próprio.
Sou mais cego que o obscuro breu dos becos onde nunca entrou um raio de sol..
Abro os olhos, esforço as pupilas, e apenas tu podes ser meu reflexo, meu lago calmo e vítreo que acompanha os meus movimentos, que me serve de eco e me fere os ouvidos.
Antes me calasse. Antes te ouvisse e respondesse a mim próprio com a verdade dolorida das feridas que não me cicatrizam.
Jorge Bicho...
Tuesday, July 14, 2009
Hoje eu sei
Hoje eu sei que a compaixão é capaz de
transformar o mundo e transformar o ser.
Hoje eu sei que a compaixão pode ser
desenvolvida, cultivada, que as áreas do cérebro responsáveis pela compaixão
podem ser estimuladas.
Hoje eu sei que é possível "musculação de neurônios"
através da meditação e do pensamento amoroso, terno, inclusivo, compreensivo,
sábio.
Hoje eu sei que Buda se manifesta em cada ser que se entrega à bondade
e ao Caminho do Bem, que é o Caminho Iluminado.
Hoje eu sei que a Verdade é
o Caminho. A Verdade com "V" maiúsculo, onde tudo está incluso - até mesmo
as mentiras.
Hoje eu sei que não sei, que não há nem mesmo um "eu" que sabe e
não sabe.
Hoje eu sei que intersomos, interconectados com tudo que
existe. Somos um só corpo e uma só vida. Estamos em rede. Na rede de
Indra, feita de raios luminosos e em cada intersecção uma jóia recebendo e
emitindo raios em todas as direções.
Hoje eu sei que somos co responsáveis
pela realidade em que vivemos, pelo mundo em que estamos e que não adianta
reclamar, é preciso agir para transformar.
Hoje eu sei que a juventude passa,
os amores passam, a velhice passa, os desamores passam. Tudo é transitório
e passageiro. O que se une inevitavelmente se separa. E assim é.
Hoje eu sei
que a pessoa mais forte é aquela que se bende primeiro - assim como o bambu -
flexível.
Hoje eu sei que a água é capaz de se moldar ao recipiente que a
contém e que o gelo é duro e pode ferir. Então faço dos ensinamentos
sagrados o sol que derrete o gelo e nos liberta de nossa própria frieza.
Hoje
eu sei que é preciso sentir, que a indignação é uma alavanca para as grandes
transformações e que as grandes transformações são feitas de pequenos gestos
simples no dia a dia.
Hoje eu sei que palavras amorosas e ternas afetam as
moléculas de água e que somos mais de 75% água. Então eu cuido do que falo, do
que penso e como ajo.
Hoje eu sei que a mudança depende de mim, de cada um
de nós. E que só há um caminho: ação amorosa e não violenta para resolver
conflitos e atritos.
Hoje eu sei que a vida vale a pena ser vivida em sua
plenitude deste instante eterno.
E tudo que temos é este instante.
Aqui e agora.
Mãos em preceMonja Coen
Subscribe to:
Posts (Atom)




as
